Gasto energético de repouso
Medido por calorimetria indireta, serve de referência individual para o planejamento alimentar de quem treina, em vez de fórmulas populacionais de peso, altura e idade.
Avaliação hormonal e metabólica para atletas e praticantes de atividade física, com o Dr. Renan Girotto — endocrinologista com pós-graduação em Medicina do Exercício e do Esporte.
O foco é entender como metabolismo, hormônios, sono e carga de treino se relacionam no contexto de cada pessoa — para orientar conduta clínica e nutricional com base em medidas, não em suposições.
Medido por calorimetria indireta, serve de referência individual para o planejamento alimentar de quem treina, em vez de fórmulas populacionais de peso, altura e idade.
Acompanhamento de massa magra e massa gorda ao longo do tempo, útil para diferenciar variação de peso de variação de músculo.
Investigação de tireoide, eixo gonadal, cortisol e demais eixos quando há sintomas ou alterações laboratoriais que justifiquem.
Avaliação de quadros em que a ingestão não acompanha a demanda do treino, com repercussões hormonais, ósseas e de ciclo menstrual.
Quando indicado, triagem respiratória do sono, já que o sono interfere diretamente na regulação metabólica e na recuperação.
Resistência insulínica, perfil glicêmico e demais marcadores que acompanham a saúde de quem treina, independentemente do nível competitivo.
Rotina de treinos, alimentação, sintomas, histórico, exames anteriores e objetivos.
Definição dos exames laboratoriais e metabólicos realmente necessários para o caso.
Plano individualizado e acompanhamento em série, ajustando conforme a resposta clínica.
Sobre terapia hormonal: hormônios não são utilizados como recurso de performance. Qualquer terapia hormonal é considerada apenas diante de diagnóstico estabelecido, com indicação clínica, consentimento informado e monitorização laboratorial ao longo do tratamento.
Realizados na estrutura da própria RIOclinic, em Curitiba, quando indicados.
Não. A endocrinologia esportiva é a avaliação clínica de eixos hormonais e do metabolismo em quem treina. Terapia hormonal só é considerada diante de diagnóstico estabelecido, com indicação clínica e monitorização — nunca como recurso de performance.
Atletas amadores e competitivos, praticantes regulares de atividade física e pessoas com queixas de cansaço, queda de rendimento, dificuldade de ganho ou manutenção de massa muscular, alterações de ciclo menstrual ou suspeita de baixa disponibilidade energética.
Além da avaliação clínica e laboratorial, podem ser indicados calorimetria indireta (HandyMet) para medir o gasto energético de repouso, bioimpedância InBody 120 para acompanhar composição corporal e polissonografia domiciliar tipo 4 quando o sono entra na investigação. A indicação depende de cada caso.
Sim. A mesma lógica de medir metabolismo e composição corporal em vez de estimar se aplica a quem treina por saúde, estética ou longevidade.
Ver todas as dúvidas frequentes — retorno, pagamento, reembolso e receitas →
Curitiba presencial ou telemedicina para todo o Brasil.